Lucas Lucco diz que usava anabolizantes e teve reação: ‘Deu um negócio na cabeça’

Acostumado a exibir o corpo musculoso, o cantor  de 30 anos, admitiu que fez uso de anabolizantes antes de iniciar sua carreira como cantor e contou que parou de usar a substância após sofrer uma reação e ter “um negócio na cabeça”.

A revelação foi feita durante sua participação no podcast Podpah.
“Antes da carreira (de cantor), eu enchia o c# de bomba. Moleque, né? Morava fora já, com 16 anos eu saí de casa. Bomba, treino, musculação… Aí, quando eu comecei a carreira, de fato, shows para caramba, 30 num mês, as bombas começaram a dar um negócio na minha cabeça. Porque mexe com o emocional. Aí, minha mãe e meu pai chamaram o Muzy (médico)”,
disse ele.

No bate-papo, Lucas explicou que os pais fizeram uma reunião com o especialista e pediram ajuda. “Fizemos uma reunião lá em um hotel que eu estava, sentou meu pai, minha mãe e o Muzy, e foi como se meus pais tivessem entregado: ‘Toma que o filho é seu, você precisa regular esses trens, o moleque está muito nervoso’”,
continuou.

Na entrevista, o cantor disse que também tinha o hábito de ingerir bebidas alcoólicas, que era muito “brigão”, e que hoje não sente falta de consumir pinga, vodka, etc.

“Antes da carreira, morava em uma república em Patos de Minas. E a gente bebia demais. Toda vez fazia merda. Brigava, apanhava… Uma vez nós fomos para outra cidade, eu e uns amigos, a gente apanhou. Apanhei de quatro caras de uma vez. Falei: ‘não, não combino com álcool. Acho melhor parar’. Aí até hoje… Também não sinto falta”,
garantiu.

Preconceito por música com Pabllo Vittar

Na conversa, ele também falou sobre a parceria com Pablo Vittar na música Paraíso:

“Essa galera da cena trap, rap e funk tem a cabeça mais aberta. Galera que pensa mais à frente. No sertanejo ainda tem muito essa parada do conservadorismo… Recebi muita crítica por conta do clipe. Muita mesmo. Especialmente do público sertanejo. Até hoje. Tem gente que fala ‘o cara acabou com a carreira dele’… Coisas desse nível. Mas esse é meu papel como artista. Quero chegar daqui 50 anos e falar assim: ‘poutz, eu tive um pouquinho, tem um pedacinho meu aí contra o preconceito’”,
completou.

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